Eu procuro abrir todas as portas que encontro pela frente. Não posso ver uma superfície vertical – seja de madeira ou qualquer material que seja – com uma maçaneta no meio que logo já penso em abrí-la. A gente corre o sério risco de que isso aconteça. Se você encontrar uma porta à sua frente você tem duas opções, abrí-la ou não. E, digo mais, além disso tem a chance de descobrir o que te espera do outro lado.
É como se eu estivesse em um daqueles programas de tv que têm a brincadeira das portas , cujo intuito é de o participante escolher uma porta e abrir, só que na maioria das vezes há a infinita surpresa de sair um monstro detrás da que tu escolhe. Na vida é do mesmo jeito que nos programas de tv, só que além dos monstros escondidos atrás das portas também existe os anjos. E eles são infinitamente mais interessantes.
Foi aí que eu percebi que a minha vontade de encontrar meu anjo falou mais alto e me avisou que eu estava no caminho certo. A estrada sob meus pés já não são mais motivo de desistência, pois foi ela mesmo que me trouxe até aqui. Até a última porta que abri até então. E agora sei que há um novo mundo atrás do meu muro.
Mais uma vez provei à mim mesmo que o mundo é de quem tem coragem e abri a porta. E o medo? E o monstro? Não sei. E a coragem? E o anjo? Aqui, e ALI. A temperatura baixa da maçaneta me fez parar pra pensar que aquela era uma decisão somente minha e que eu não tinha mais tempo a perder. Passei, enfim.
O outro lado da porta veio me brindar com o que de mais bonito eu podia enxergar. Acreditem, havia um anjo me esperando bem ali, sentada. Mas havia algo que me impedia de chegar até ela. Falta de coragem? Talvez, pois a dose de ousadia que usei pra abrir a porta e entrar foi assustadoramente cansativa. Mas vi que o pior já tinha passado e que não havia motivo com o que me preocupar. Ah! A porta que abri tinha algo de diferente em relação a todas as outras que encontrei até hoje. E além disso tinha outra coisa que nenhuma outra tinha; uma sala de espera.
E eu estava na sala de espera, e era isso que me impedia de ir ao encontro do anjo. Enquanto isso eu me contentava em estar diante do mesmo céu que ela. É tão bonito quando um coraçãozinho fechado resolve se abrir pra vida. É transcendente. E parece que a chave – tida como perdida – desse coração estava enfim em mãos dignas, mal sabia eu com quem.
Acho que estou na fase do stand by. Para que eu consiga sair da sala de espera, basta eu ter o dom da paciência e esperar a minha vez e, enfim, me juntar a ela.
Muito obrigado, VIDA. Minha alma foi limpa, passada e engomada.
É como se eu estivesse em um daqueles programas de tv que têm a brincadeira das portas , cujo intuito é de o participante escolher uma porta e abrir, só que na maioria das vezes há a infinita surpresa de sair um monstro detrás da que tu escolhe. Na vida é do mesmo jeito que nos programas de tv, só que além dos monstros escondidos atrás das portas também existe os anjos. E eles são infinitamente mais interessantes.
Foi aí que eu percebi que a minha vontade de encontrar meu anjo falou mais alto e me avisou que eu estava no caminho certo. A estrada sob meus pés já não são mais motivo de desistência, pois foi ela mesmo que me trouxe até aqui. Até a última porta que abri até então. E agora sei que há um novo mundo atrás do meu muro.
Mais uma vez provei à mim mesmo que o mundo é de quem tem coragem e abri a porta. E o medo? E o monstro? Não sei. E a coragem? E o anjo? Aqui, e ALI. A temperatura baixa da maçaneta me fez parar pra pensar que aquela era uma decisão somente minha e que eu não tinha mais tempo a perder. Passei, enfim.
O outro lado da porta veio me brindar com o que de mais bonito eu podia enxergar. Acreditem, havia um anjo me esperando bem ali, sentada. Mas havia algo que me impedia de chegar até ela. Falta de coragem? Talvez, pois a dose de ousadia que usei pra abrir a porta e entrar foi assustadoramente cansativa. Mas vi que o pior já tinha passado e que não havia motivo com o que me preocupar. Ah! A porta que abri tinha algo de diferente em relação a todas as outras que encontrei até hoje. E além disso tinha outra coisa que nenhuma outra tinha; uma sala de espera.
E eu estava na sala de espera, e era isso que me impedia de ir ao encontro do anjo. Enquanto isso eu me contentava em estar diante do mesmo céu que ela. É tão bonito quando um coraçãozinho fechado resolve se abrir pra vida. É transcendente. E parece que a chave – tida como perdida – desse coração estava enfim em mãos dignas, mal sabia eu com quem.
Acho que estou na fase do stand by. Para que eu consiga sair da sala de espera, basta eu ter o dom da paciência e esperar a minha vez e, enfim, me juntar a ela.
Muito obrigado, VIDA. Minha alma foi limpa, passada e engomada.

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